AT THE MOVIES
Cachè, do Michael Haneke, foi o filme do sábado,
o que levou Melhor Diretor em Cannes no ano passado.
A sessão estava tomada por velhas usando perfumes
violentos que disputavam a tapa a atenção das minhas
narinas. Difícil alguém com rinite alérgica - meu
caso - não explodir numa situação dessas, mas por milagre
isso não aconteceu.
Sobre o filme: muito bom. A atuação do casal de
protagonistas é sensacional, e o clima de tensão
desgraçado que fica no ar durante a projeção é
algo lindo de se ver. O cara sai com os nervos
pulsando. Para se ter uma idéia: depois do filme,
um cara que espirrou alto na calçada quase me
fez capotar o carro, assim, no susto.
E ainda teve o momento bônus genial, que foi ver
o Lauro Quadros reclamando do final do filme na
saída do cinema. Valeu umas seis vezes o preço
do ingresso.
Cachè, do Michael Haneke, foi o filme do sábado,
o que levou Melhor Diretor em Cannes no ano passado.
A sessão estava tomada por velhas usando perfumes
violentos que disputavam a tapa a atenção das minhas
narinas. Difícil alguém com rinite alérgica - meu
caso - não explodir numa situação dessas, mas por milagre
isso não aconteceu.
Sobre o filme: muito bom. A atuação do casal de
protagonistas é sensacional, e o clima de tensão
desgraçado que fica no ar durante a projeção é
algo lindo de se ver. O cara sai com os nervos
pulsando. Para se ter uma idéia: depois do filme,
um cara que espirrou alto na calçada quase me
fez capotar o carro, assim, no susto.
E ainda teve o momento bônus genial, que foi ver
o Lauro Quadros reclamando do final do filme na
saída do cinema. Valeu umas seis vezes o preço
do ingresso.

5 Comments:
Lauro Quadros vive.
Eu pinto paredes. Lauro Quadros.
Não vi e gostei.
patrick: vive. deu uma envelhecida, mas vive.
vitor: ahahahahahaha
carol andreis: veja. bom filme.
Haneke é O CARA. Sempre achei!
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